A AMe-DF promove a educação ambiental e fomenta a criação responsável das abelhas-nativas-sem-ferrão (ASF ou ANSF) por meio de cursos, palestras, lives com pesquisadores(as), acadêmicos(as) e meliponicultores(as), campanhas publicitárias, exposições e atividades junto a escolas, órgãos públicos, etc. Apoie nossa causa filiando-se à AMe-DF e/ou patrocinando as nossas ações.
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Qual a relação das abelhas-nativas-sem-ferrão com a educação ambiental?
O uso sustentável das abelhas-nativas-sem-ferrão (ASF ou ANSF) é um tema cada vez mais relevante, especialmente quando se considera a importância das abelhas para a manutenção da biodiversidade, a polinização e a conservação do meio ambiente. Logo, as abelhas-nativas-sem-ferrão são essenciais para a manutenção de muitos ecossistemas, pois atuam como polinizadoras de uma grande variedade de plantas, incluindo algumas de interesse econômico, como frutas e vegetais.
Uma das formas de levar ao conhecimento da sociedade o papel fundamental das ASF é por meio da educação ambiental, pois ela ajuda a promover o entendimento sobre a importância das abelhas para a saúde do planeta e como suas populações podem ser protegidas. Algumas formas de conexão entre o uso sustentável das abelhas e a educação ambiental incluem:
- Sensibilização quanto à importância da polinização, um serviço ecossistêmico essencial para a produção de alimentos e a manutenção da biodiversidade. Esse conhecimento pode ser transmitido através de palestras em escolas, oficinas e campanhas comunitárias, destacando a interdependência entre seres humanos e o meio ambiente.
- Programas educacionais podem incentivar práticas de meliponicultura que respeitem os princípios de sustentabilidade, à qual denominamos meliponicultura responsável. O ensino sobre o manejo adequado, respeitando as necessidades das abelhas e a sua utilização na produção de meliprodutos contribui para a criação de uma cultura de respeito e cuidado com esses polinizadores.
- A educação ambiental pode apoiar o desenvolvimento de iniciativas comunitárias relacionadas à criação de abelhas-nativas-sem-ferrão. Projetos locais, como hortas comunitárias e escolas que mantêm colônias de abelhas ajudam a integrar a meliponicultura na vida cotidiana e a fortalecer o vínculo das pessoas com o meio ambiente.
- Ao disseminar informações sobre as ameaças que as abelhas enfrentam, como o uso excessivo de pesticidas e a perda de habitat, ou mesmo o desconhecimento da sua existência, a educação ambiental pode estimular a mobilização social em prol da conservação das abelhas nativas. Campanhas de sensibilização, palestras e eventos são formas eficazes de envolver a população e influenciar políticas públicas de proteção ambiental.
- A introdução e o transporte de espécies que não ocorrem naturalmente na região são alguns dos problemas que colocam em risco as abelhas-nativas-sem-ferrão e estão relacionados à sua criação. Nesse sentido, a educação ambiental promove o respeito à legislação, que visa proteger as populações silvestres.
Concluindo, a educação ambiental pode contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente e engajada na proteção do meio ambiente. A meliponicultura, quando bem praticada, pode ser uma atividade econômica sustentável que beneficia tanto a natureza quanto as comunidades, desde que os(as) meliponicultores(as) levem em conta as necessidades das abelhas e pratiquem uma meliponicultura responsável. Agindo desta forma, merecem o respeito de todos nós.