Autor: ame-df_admin
Paraná distribui colmeias de abelhas sem ferrão em parques
Um programa para a instalação de colmeias de abelhas nativas sem ferrão em parques urbanos acaba de ser lançado pelo governo do Paraná. A ação faz parte do Poliniza Paraná, desenvolvido pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest), que tem como objetivo espalhar para 398 municípios os Jardins de Mel idealizados pela Prefeitura de Curitiba.
Fumacê: o que é, para que serve e como pode afetar a saúde
O fumacê é uma estratégia encontrada pelo governo para controlar as populações de mosquitos, e consiste em passar um carro que emite uma “nuvem” de fumaça com baixas doses de um agrotóxico que elimina a maior parte dos mosquitos adultos presentes na região. Esta é uma técnica muito utilizada durante períodos de epidemia para eliminar mosquitos e evitar a transmissão de doenças como a dengue, a Zika ou a Chikungunya.
Polinização por diferentes espécies de abelhas é essencial na produção de morango
A presença de uma diversidade de abelhas nas flores do morangueiro melhora a produtividade, a qualidade e até aumenta a durabilidade da fruta. Estudos demonstram que morangos polinizados por diferentes espécies desses insetos são mais pesados (possuem maior massa fresca), apresentam menos deformações, coloração vermelha mais intensa e atingem grades de classificação comercial mais elevadas. Eles também são mais firmes e apresentam maior tempo de prateleira.
Manejo Avançado e Conservação de Meliponíneos
Barreto, L.S. , & Teixeira, A.F.R.
Quem são as abelhas sem ferrão? São abelhas que formam colônias permanentes; possuem uma vida do tipo eussocial, pois, entre outras coisas, dividem o trabalho (presença de castas), as irmãs se conhecem e a rainha entra em contato com as irmãs (sobreposição de gerações). Contudo, apesar dessas abelhas serem conhecidas como abelhas sem ferrão, elas possuem um vestígio deste, o que leva a crer que durante a evolução o ferrão tenha perdido a função de defesa. As abelhas sem ferrão apresentam uma distribuição geográfica basicamente pantropical e estudos e iniciativas estão sendo desenvolvidos com o objetivo de se conhecer a biologia e o comportamento de cada espécie a fim de se ter um melhor plano de manejo e de conservação destes potenciais polinizadores da flora tropical.
Uma análise da teoria sobre a ação humana e suas consequências para as abelhas nativas sociais
Andrews Josiel Zapechouka, Frederico Fonseca da Silva
O presente trabalho é em relação às abelhas nativas sociais e como a ação humana interfere na existência desses insetos. Buscando responder como a atitude humana tem colaborado no declínio das abelhas nativas sem ferrão e quais atitudes podem ser tomadas para que isso diminua. Este tipo de estudo é importante para mostrar a importância das abelhas nativas sociais para a sociedade e a natureza, e também para incentivar atitudes que colaborem com a preservação. O objetivo central é analisar as ações humanas e suas consequências para as abelhas nativas. Os objetivos específicos são: Explicar algumas generalidades desses insetos que são subdivididos em diversas espécies; analisar a ação humana como agente causador da diminuição dessas abelhas; mostrar algumas atitudes que colaboram para a preservação delas. A hipótese da pesquisa é: as atitudes humanas antiecológicas são os principais fatores para o declínio das espécies nativas de abelhas. A pesquisa foi totalmente bibliográfica por meio de revisões de artigos científicos, livros e manuais que tratam sobre a criação desses insetos. Os principais resultados colhidos foram no geral confirmando a hipótese ações diretas como queimadas e desmatamento acentuam o declínio desses animais e podem levá-los a extinção, o que causaria vários impactos como a eliminação de vegetais que precisam da polinização das abelhas nativas, porém, com a conscientização e a valorização da atividade de criar esses insetos de uma maneira economicamente viável colabora para a conservação e o aumento das espécies na natureza.
Os insetos que também podem sentir felicidade e depressão
Por décadas a fio, pensar que os insetos têm sentimentos era considerado uma heresia – mas, com cada vez mais evidências, os cientistas estão rapidamente reconsiderando essa ideia.
Era um agradável dia de outono em 2014, quando David Reynolds começou a falar em uma reunião importante na sede da prefeitura de Chicago, nos Estados Unidos – uma construção grandiosa, com suas belas escadas de mármore, colunas clássicas com 23 metros de altura e tetos em forma de abóboda.
Estudo confirma que a presença de abelhas impulsiona produção de frutas em 20%
A presença de abelhas em lavouras de maçãs, melancia, amêndoas, melão, manga, abacate, framboesa e blueberries (mirtilo) pode levar a um ganho de produtividade superior a 20%, indicam testes feitos pela multinacional ISCA Tecnologias em pelo menos dez países. . Fundada por brasileiros de Ijuí, interior do Rio Grande do Sul, a empresa, com sede no Brasil e Estados Unidos, conseguiu desenvolver um produto à base de semioquímicos, que atrai as abelhas para os pomares e estimula a polinização. O semioquímico é uma formulação desenvolvida em laboratório, biodegradável, que simula o feromônio, odor emitido pelos insetos para se comunicar.
Por que o mel é um superalimento para as abelhas
Não é surpresa para ninguém que as abelhas sabem muito sobre o mel.
Elas não são apenas produtoras como também consomem o mel — e de forma muito sofisticada. Ofereça a uma abelha doente diferentes variedades de mel, por exemplo, e ela escolherá aquela que melhor combate a sua infecção.
Já as pessoas têm muito a aprender com as abelhas com relação às características nutricionais do mel. Poucas décadas atrás, a maioria das listas de “alimentos funcionais” — aqueles que oferecem benefícios à saúde além da nutrição básica — não mencionava o mel, segundo a entomologista May Berenbaum, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos. “Até os apicultores — e, com certeza, os cientistas que estudavam as abelhas — consideravam o mel nada mais do que água com açúcar”, segundo ela.
Ações humanas influenciam na existência de abelhas e vespas solitárias
O programa Ambiente É o Meio desta quarta-feira (4) conversa com a pesquisadora Paula Carolina Montagnana, doutora em entomologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, sobre a influência da ação do homem em abelhas e vespas solitárias.
Segundo a pesquisadora, é muito comum encontrar espécies de abelhas e vespas solitárias no meio ambiente, sendo que a presença dessas espécies funciona como um indicador biológico da qualidade ambiental do local.
